15 dezembro 2006

Uma Imagem de Natal,

Que o Natal Venha demansinho.


Estamos certo de que se o Menino Jesus viesse fazer a sua árvore, escolheria decerto, Parambos para a fazer e estas pérolas da natureza, para a enfeitar.
Ficamos enfeitiçado por este brilho, que em boa hora fixamos em foto.
É deslumbrante como num cenário negro, de queimado, pode surgir tal luminosidade que, enfeita os finos fios laboriosamente trabalhados pela aranha que rendilhou este "novelo" para que a humidade ficasse assim suspensa de luz, como quem descansa, para deleite do caminhante que somos.
Saudações.
Atentamente
At Ento.

13 dezembro 2006

Património Gastronómico de Parambos, ALHEIRAS.

E as Alheiras senhor!
Para não pensarem, só em doçuras, hoje falemos das Alheiras.
Feitas com um bom pão, bem cortado, um caldo de carnes bem apurado, as carnes, diversas, bem desfiadas. Sendo as carnes do porco, lá da loja e bem nutrido, as que mais se salientam.
Com os temperos especiais que cada dona de casa tem para equilibrar os paladares, segundo o seu costume.
São as alheiras, um petisco de comer e "lamber o beiço" . Bem grelhadas, seja sobre uma fatia de pão ou a acompanhar umas batatas cozidas com grelos, acompanhadas pelo tintinho da região, é um manjar dos deuses.
Bom apetite.
Atentamente.
At Ento

12 dezembro 2006

Património Gastronómico de Natal em Parambos

Aletria e Rabanadas.

O Natal continua a ser um tema interessante ao olhar e uma delicia de recordar.

Hoje trago aqui um prato de ALetria com o seu toque de canela na decoração, como é usual.

E um prato de Rabanadas douradas com o toque do polvilhado de canela e açúcar que lhe dá aquele gosto e aquele aroma tão próprio

Ragalemo-nos, por enquanto, com esta visão que o Natal já está quase aí.
Atentamente.
At Ento

10 dezembro 2006

Sporting desta vez cumpriu


Com vem sendo hábito, registamos aqui as vitórias do nosso querido Sporting.
Assim, não tão rápido como tem sido, deixamos aqui hoje a marca do nosso agrado pela última vitória.

Estava frio, mas a noite de Sábado aqueceu. Em Parambos estiveram os amigos sportinguistas de Freixiel, de Misquel, de Arnal, de S. pedro, da Venda Nova e de Linhares.
Todos estavamos aqui para assistir a uma vitória que cedo se começou a desenhar.
Todos estavam satisfeitos por ver finalmente o Levesinho cumprir o que dele esparamos.
As fogueiras foram sendo alimentadas pois a noite ia ser longa e foi, depois da vitória a comemeração continuou até á chegada de Domingo.




Desta vez os rapazes cumpriram.
Parabéns.
Oxalá continuemos a fazer a festa.
Saudações Verdes.
Atentamente.
At Ento .

07 dezembro 2006

Tradições Gastronómicas de Natal em Parambos


A Chila na doçaria de Natal.
Que seria do Natal, de Parambos, sem as chilas?
Não teria o sabor completo.
Os "Chilos" são imprescindíveis na mesa de Natal. As "donas de casa" fazem questão de: " Provem, provem lá os meus chilos". São uma delicia irresistível.
Para quem não tem o prazer de os conhecer, passo a apresenta-los.
Pega-se numa boa Chila e põem-se a cozer, Depois desfia-se a chila cozida, tira-se a "espinha" (esta operação é muito importante, pois se não for bem feita a chila sabe a peixe) e pôe-se a escorre. Junta-se um pouco de farinha e ovos/gemas e envolve-se.
Depois de fritos num bom azeite, polvilham-se com açúcar e canela e... saboreiam-se.
Na primeira foto uma Chila pronta a entrar na panela para cozer.
Na segunda foto o aspecto de uma travessa de "chilos" antes da chegada das visitas.
Que o olhar goze enquanto não se sente a paladar.
Atentamente.
At Ento

06 dezembro 2006

Tradições Gastronómicas de Natal em Parambos


O Polvo e os Bolinhos de Bacalhau.

São duas iguarias que também fazem parte da mesa de Natal da nossa aldeia, Parambos.
Claro que há muito mais. Vamos falando um pouco de cada vez que é para fazer render o peixe.
O polvo é normalmente frito em filetes depois de passado por ovo. Mas também há casas que o servem cozido. Outras casa têm a tradição de fazer, com as partes mais finas dos tentáculos e com a cabeça, um arroz malandrinho que normalmente é servido ao almoço do dia 24 de Dezembro, pois os mais antigos diziam que era dia de jejum e não se devia comer carne, daí o arroz de Polvo.
E os bolinhos de bacalhau, uma delicia, sejam maiores ou mais pequenos, em forma ovalada ou em bolinhas, são uma delicia para o paladar e são óptimos para puxar o copo que nestes dias se bebe com os amigos, em honra do Natal das Boas Festas que se desejam mútuamente.
Enquanto não chega o dia, vamos olhando as fotos tiradas o ano passado.
Não há Natal como o nosso.
Atentamente.
At Ento

04 dezembro 2006

A Luz na Natureza, algures em Parambos


Ao redor da nossa aldeia há toda uma paisagem deslumbrante de árvores, de pomares, de vinhas, de hortas, de casas, de céu, de núvens, é um nunca mais acabar de situações que nos surpreendem quando temos tempo para observar.

Hoje falo de Luz. Da luz que no brinda em qualquer situação, mas esta é do amanhecer, lá pela nove horas. É impressinante como as coisas simples adquirem um deslumbramento quase irreal, só temos de parar e apreciar. Estes momentos retratam uns instantes em que a luz se derrama sobre o orvalhado nas ervas e arbustos e temos este espectáculo que nos transporta para cenas de brilho, em que a azafama das aranha e a sua destreza contribui, qual espirito de Natal a despertar.

É. A natureza parece estar-se a alindar para a quadra que se aproxima. Enfeites naturais que rivalizam em brilho com os enfeites artificiais com que embelezamos os nossos pinheiros de Natal.
Como o Natal é sempre que quisermos, vamos começar.

Atentamente.
At Ento

02 dezembro 2006

Melhoramentos na Fonte da Presa





Registamos hoje aqui os trabalhos de intervenção na Fonte da Presa.
Foi esta limpa e a água sobrante foi entubada por sob a calçada que pavimenta o caminho à fonte.













Está agora com uma boa largura e mais acessível para quem aí se quizer refrecar.













Fica muito mais bonita a fonte agora.
Esperamos que a calçada cresça pelo caminho acima, atá à Fonte Nova.



  • Atentamente.
  • At Ento

30 novembro 2006

Património Rupestre de Parambos

Vamos hoje olhar para marcas rupestres que abundam na nossa freguesia de Parambos.


Este conjunto está localizado, nas imediações do lugar chamado de Castareja.




Perde-se na memória, das gentes de cá, o significado deste nome. Contudo é muito próximo do termo "Castro". Proximo, no topo do monte, no cimo da Castareja, está implantado um antigo marco a que chamamos de "teléfe" que teria funções de sinalização e em tempos de guerra. dizem os mais velhos, eram posto de comunicação, entre "teléfes", com bandeiras, deste se avista o "telefe" de Linhares e um outro situado Além Tua.


Deste lugar tem-se um alcance visual muito grande que domina todo o vale, de Áquem Tua, das Adeigas, Santa Marinha e de Ribalonga e parte do planalto que começa em Parambos, até Luzelos, Arnal e Linhares.


É portanto um lugar estratégico este onde se localizam as marcar que vamos mostrar em imgens.


Estas imagens, são de arquivo, foram tiradas já há uns anos, fica um desafio para tentarem adivinhar o ano, a pista será a caras dos jovens do grupo que participou numa campanha de limpeza do local.




Serve também de referências ao esforço desse grupo que aderiu entusiasticamente á iniciativa, da qual resultou uma visita de uma reportagem de televisão, cujo autor, Brandão Lucas , realizava recolha de marcas rupestres no distrito de Bragança, sobre o tema " O Berrão", filmou em Linhares, e na Lavandeira.

Atentamente.

At Ento











27 novembro 2006

Património Paisagístico de Parambos, exterior da Igreja


Há dias falavamos da riqueza da nossa Igreja, um dos pontos principais da Arte Sacra do Concelho. Mas ao visitar tal lugar, podemos ser brindados por uma paisagem envolvente rica de tons e de uma profundidade que vai muito para além de S. João da Pesqueira,
o ponte de vista ideal é ao pé da frondosa Tília que refresca e embeleza o recinto.
Se olharmos para os lados da Foz do Tua, em dia claro, é um nunca mais acabar de montes que se sucedem até ao infinito.



Se olharmos para os lados de Alijó, então o olhar, percorre o casario de Parambos, alcança o Marão e todo o espaço que fica entre ele e nós.
Se olharmos mais para o Norte, muito sobranceiramente nos mira o nosso Cabeço que de modo altaneiro vigia a nossa aldeia, qual sentinela que vela a fronteira para a serra.
Se olharmos para os lados de Misquel vemos os nossos campos de vinha, pomares e batata e sentimos a proximidade do monte da senhora da Paixão, esta vista não a têm os de Arnal, que tendo a santa não a conseguem ver com este enquadramento, por isso eles gostam tanto de vir a Parambos.
Esta paisagem é dinâmica, tal como a luz do sol ou os factores climatéricos. Todos os dias a paisagem muda. Por isso é um local de eleição para estar.
Estes registos chegaram-nos num dia de nevoeiro e sol.
Maravilhem-se. com este belo conjunto de tons brancos e sombras nesta envolvente verde e azul claro, nevoeiro e sol.
Atentamente.
At Ento.

26 novembro 2006

Última Hora. O Sporting vence a Naval






Valeu a penas esperar pela segunda parte para ver um belo remate que dá brilho a actuação que vinha sendo em crescendo.
UM GOLO
de esperança, de juventude, de Leão.
EStamos no caminho das vitórias, e caminhando se fará o trilho que nos levará ao titulo que ambicionamos.
Estou verde de contente.
Saudações para toda a família sportinguista.
Atentamente.
At Ento.

24 novembro 2006

Património de Parambos, altares e santos

Vamos hoje pasar o nosso olhar pelo património e arte sacra que temos e podemos admirar na nossa igreja.
O altar môr de boa execussão em talha dourada e um arco central de relevo que põe em destaque o corpo central do altar, onde se impôe o sacrário e por cima deste em direção ao topo há como que três patamares que fazem base a um sol resplandecente que no mira lá do alto.
Os motivos que o decoram são vários, desde ramagens estilizadas, anjos, arcanjos e querubins.



As partes laterais são também ricamente trabalhados e aqui estão em destaque dois nichos ladeados arcanjos e querubins e onde se venera, do lado esquerdo, de quem olha o altar de frente, o santo padroeiro e do lado direito o S. joão de Brito.
existem aqui portas, que se dissimulam na decoração, que dão passagem para a parte de trás do altar, servindo para ser mais fácil o seu arranjo e manutenção.









No corpo central da igreja existem outros altares dignos de admiração.
Aqui destacamos o que está do lado direito, e no qual se venera a Senhora do Rosário.
Este altar é lindissimo pela riqueza cromática que emana.
Tem sacrário e as colunas "torças" de uma plasticidade imponente e tons suaves e muito equilibrados.
Este altar está inserido na talha que envolve o arco que separa a nave central da capela môr e faz par com o altar do lado esquerdo, dedicado à Senhora de Fátima





Temos no lado direito um altar lateral. O Altar das Almas, nele se pode admirar uma pintura alusiva às chamas do inferno, em que as almas padecem.
Sobre essa pintura destaca-se um Cristo crucificado realista e sofredor que nos observa nos últimos estertores na cruz.
também aqui se vêm restos de talha, não tão exuberante como nos altares já referidos.





Do lado esquerdo outro altar lateral, este dedicado ao Mártir S. Sebastião. Ainda são visíveis os traços dos dourados e dos elementos decorativos, que outrora seriam belos.
Todos os altares revelam os cuidados de mãos carinhosas que os vão embelezando com as flores e as toalhas brancas, simbolos da pureza do lugar e dos aromas da terra.
São muito belos estes conjuntos que se enquadram em toda a talha dourada e as pinturas com que a igreja foi decorada.

Atentamente.
At Ento

23 novembro 2006

O BRASÃO de Parambos. Estudos que andam por aí

Olá meus caros Conterrâneos Bloguistas.


Sobre o tema em questão, impõe-se umas palavras justificativas.
Segundo as nossas fontes bem colocadas:

1º O tema tratado em qualquer estudo do brasão aqui representados, é a Água, o Vinho, o Azeite e Património/Tradição.

2º As regras da Heráldica, diz-nos que para uma freguesia o brasão é encimado por 3 Torres, concelho 4 e Distrito 5.

3º O autor achou por bem glosar de forma criativa as 3 torres valorizando-as pela simbologia que está ligada ao Fontanário, sendo uma homenagem ao dito monumento e à Água, dai o destaque encimando o escudo e simbolizando as 3 torres que a freguesia tem direito, a própria forma do escudo é baseado nas forma do Fontanário.

O vinho está representado pela uva nuns estudos, e pela folha de videira noutros, tem a ver com soluções gráficas, mas a significação é a a mesma.

O azeite é representado pela Árvore/Oliveira que pretende ser a representação de uma Oliveira secular. Ou pode ser o lendário negrilho no entendimento de algumas pessoas. Embora o azeite esteja ligado à luz, do sacrário, das casas e era ofertado como "esmola" pelos que partiram, isto só faziam os mais ricos. O azeite sempre foi considerado factor de riqueza e as oliveiras tinham um valor tão grande que se hipotecavam ou transaccionavam-se apenas oliveiras sendo que a terra não tinha tanto valor.
A tradição é representada pelo santo Padroeiro, pois à volta dele e na sua "casa" que é património digno de realçar e do qual devemos ter orgulho. Aí, na igreja, se desenrolaram todos os actos festivos e de cimentação de laços sociais que fazem, parte da nossa cultura de crentes. Casamentos, baptizados, Bodas de Ouro, encontros dominicais, festas sacra e convívios...

A diferença do nº3 para o nº 4, Como estão classificados no video que pode ser observado mais abaixo, é que o Fontanário está representado a um terço dentro do escudo e no outro está representado simbolicamente nas torres.

Cada elemento destes estudos ocupa um terço do espaço interior do escudo. Este assentará num pano Verde, cor dos campo e das montanhas e das nossa expectativas, que se deve reflectir na cor da bandeira de Parambos. O fundo do interior do escudo pode ser Ouro, amarelo significando o nossa riqueza e antiguidade, Prata, prateado segnificando os nosso invernos rigorosos promessa de boas primaveras , ou Azul, significando o nosso céu transmontano como promessa de que o futuro se concretiza

Num outro estudo é tratada a localização, Alto Douro, assim é representado no terço inferior do escudo o nosso Cabeço, ou Trás Os Montes, e o rio Douro, do qual enquanto região, ainda temos beneficio no vinho.

Claro que estes são estudos. A sua publicação pretende lançar o debate. Pois Parambos merece ter as suas armas talhadas na pedra.
Estes estudos foram elaborados, já lá vão três legislaturas atrás, vamos na quarta. Quando foram apresentados, o presidente dessa altura não avançou com o projecto porque não tinha 30 contos, quantia necessária para abrir o processo...

Aqui fica o nosso contributo para ver se agora a coisa anda.
Atentamente.
At Ento

19 novembro 2006

Última Hora, Sporting no caminho das Vitórias

Cá estamos com o coração verde de alegria e registar o momento que deu o brilho à actuação de nossa equipe.
um belissimo golo, uma defesa espectacular, do Rui,e uma evolução no campo com a garra que caracteriza os bons jogos.
Estou verde de contente.
Atentamente.
At Ento.












15 novembro 2006

As "Sanchas" dos montes de Parambos



Hoje vamos falar das "SANCHAS".

As Sanchas nascem no montes de Parambos e arredores e são um petisco gastronómico nos tempos de Outono. estamos a falar de espécies de cogumelos que nascem por estes tempos nos pinheirais, nas zonas húmidas de musgos, nas estevas e nas giestas. São vários os cogumelos que nascem nestes espaços, mas nem todos são apanhados. Em Parambos apanham-se as sanchas vermelhas e as sanchas amarelas, noutros lugares estas são conhecidas por canário e outros nomes.









As sanchas vermelhas nascem para cima da terra e vêem-se por baixo das agulhetas , caruma, dos pinheiros ou a sobressair dos musgos ou próximos dos caules das giestas ou estevas.Devem-se apanhar com cuidado, de preferência cortando-as sem as arrancar para o micélio não ficar estragado, pois é daí que nasce o cogumelo.



As sanchas amarelas criam-se dentro da terra e são denunciadas pela proeminência revelada no local onde elas estão. deve-se neste caso remover com cuidado as terra á superficie e sondar o que está por baixo, pode ser uma ou várias. deve-se de seguida arrancar com cuidado para não partir pois a particularidades desta especie é ter mais tronco que cabeça e deve-se aproveitar tudo, tal é a preciosidade deste petisco.


ainda se apanham uns frades, mais pequenos que teimam em aparecer e são um consolo para quem os vê primeiro.

Regalem-se com a visão desta apanha fotografada e vamos para o monte que é lá que estão estas promessas de manjar.

Atentamente.

At Ento

13 novembro 2006

Fontes de Parambos - 3, A PRESA

Hoje vamos falar de mais uma fonte, A PRESA, que está situada junto à estrada nacional, ao lado esquerdo de quem se dirige para Carrazeda de Ansiães, logo a seguir ao entroncamento da Portelinha.
esta fonte está no alinhamentos das duas anteriores, a meio da encosta que desce até Santa Marinha. A sua água tem a particularidade de ser fresca, muito fresca, durante todo o Verão e no Inverno ser tépida. É frequente no Verão haver pessoas que ali param para se
refrescarem. Embora fresca, esta água é bastante "pesada", daí o passante dever apenas refrescar-se e beber pouco desta água. No Inverno quando tudo à volta está geado, na fonte temos o prazer de sentir o toque morno da água nas mãos.
O seu enquadramento é bucólico, pois tem muita verdura, heras e outras ervas, à volta e em redor são as oliveiras que preenchem a paisagem. Este conjunto é composto por uma fonte, um pio e um tanque. A água corre ininterruptamente, pode-se ver correr numa quelha de pedra, desde a parede até ao bico que a faz cair no pio, quando este fica cheio escorre para o tanque e deste para um rego por onde se escoa para as hortas.
Um local para parar.
Atentamente.
At Ento