Hoje falamos da FOGUEIRA que a tradição nos impõe como um acto criador do lume que há-de acompanhar-nos ao longo do ano, fazendo desta forma sentir entre cada um o calor da boa vizinhança e da amizade que une uma comunidade, nesta caso a nossa que muito estimamos.
A Fogueira deve ser feita com o Lenho que aparece no lugar onde há-de arder. Por cá o nosso lenho assenta nas CANHOTAS, que se vão descobrindo onde, por vezes, nem o diabo as encontra, mas: (os "MOÇOS" sabem-na toda) e lá as vão buscar. Antigamente à custa de muito esforço e segredo, agora com o auxilio de máquinas e na hora certa lá está pronta para receber a pequena chama inicial
Que há-de começar a brilhar faiscando em milhões de faúlhas
até chegar à luminosidade que nesta noite rivaliza com o sol
e neste cenário começa a animação: primeiro dois
E um artista da guitarra e da animação, grande Carlos!
Depois três
Depois... bem depois é a toda a gente que sebe que deve ir à fogueira, pois esta é uma noite de "luz" e assim, quer antes de Missa do Galo ou depois, todos terão de passar por aqui. Se assim não for nem parece Natal. Costuma-se dizer.
Mais um jeito para que a FOGUEIRA continue linda, sob o olhar terno da assistência
e assim, em Parambos, a noite vai passando com vida e alegria, graças à boa vontade e esforço de uns tantos, e o Espírito de Natal se transforma em calor humano que aqui deixamos a brilhar para os que não puderam cá estar, mas que estão sempre no pensamento de alguém de cá.
Continuação de Boas Festas.
At Ento

















