Continuamos nesta semana de Pascoela divulgando actividade realizada na Páscoa em Parambos, para que e desta forma façam parte das nossas memórias colectivas deste ano e desta Páscoa. (para ver o capitulo 2 clique aqui)
neste momento conseguimos uma aberta, debaixo da cobertura dos Tanques, e aqui vamos fazer a 7ª estação. Dá para ver a marca da chuva na roupa. E entoamos os versos alusivos, abrigados
mas como podemos compara, do lado de fora chovia, mas isso não era impeditivo nem par nós nem para quem estava a apreciar, pois um canto como este assim não há
e sem guarda-chuvas as pessoas ficam mais luminosas e a voz anda mais por largo ecoando no tecto dos tanques
acordando as gentes do Fundo do Povo
hoje excepcionalmente ficamos pela ronda da aldeia, o pequeno perímetro. Decidido assim pelos participantes, devido ao mau tempo, passamos à estação seguinte num lugar em memória de D. Isaura
A chuva continuava a cair como é sua função e n´s chapinhando na água quais crianças no recreio.
fizemos então a 8ª estação no Chôpo, frente à casa que foi de uma cantora entusiasmada deste tradição e que Sempre pediu para que não se parasse. E aqui estamos.
o guardião do Chôpo acordou dos seu sono estático, talvez chamado pelo "Giló" o cão que não perde uma caminhada, e ouviu-nos sob a chuva que é democrática a quando cai é para todos
foi um momento muito intenso este e neste local e no final tivemos a surpresa de ver surgir a neblina nocturna
Quer dizer: parou de chover mesmo. O S Pedro parece ter acordado agora e fechou a torneira
como podemos constatar, a última foto apanhou a neblina/nevoeira e os guarda-chuvas fechados.
quando nos preparávamos para nos despedir, a Alice disse que havia mais uma estação, a da prova do folar por ela feito
e nós sorrimos de prazer ao adivinhar o gosto de tal petisco a esta hora da madrugada
que bem que soube mais aquele Tratadinho que estava por ali esquecido! e aqueceu a noite e o palato.
e assim foi a história desta noite tal como está ilustrada.
Honra a quem se tira dos seus cuidados e desce, e sobe, à rua numa noite assim só porque quer continuar a tradição secular dos nosso avós
FIM
At Ento/ViverParambos
1974 - 25 de Abril - 2019
Saudamos a liberdade que em Abril floriu e nos abriu portas sempre fechadas para quem sonhava uma vida melhor para os seus e para Todos
25 de Abril sempre
At Ento/ViverParambos
continuamos com a divulgação da caminhada pascal que percorreu a aldeia de Parambos na manhã/quase madrugada de Domingo de Páscoa... ( para ver o capitulo anterior clique aqui)
o cortejo anda agora na zona do Fundo do Povo onde o sol se espraia nesta manhã de Primavera e festa
o ritual da saudação mantém-se mas cada casa é uma casa que se abre ao dia e aos que entram
e há sempre um ou outro pormenor que difere, como a laranja que antes simbolizava a fartura da casa que oferecia esta ao sacristão e a moeda que lá estivesse espetada era para o pároco
a luz que lá fora aquece o dia entra também com esta visita que mesmo demorando pouca vai fazer a história deste dia, com a que tentamos contar aqui em imagens
o vento não deixa fixar os verdes no chão, como sinal de boas vindas, mas a porta aberta dá mesma mensagem
e continua-se, felizes, como a David, o que descansam ao sol deste dia, talvez esperando aquela chamada, enquanto o cortejo do compasso tem mesmo de avançar pois a hora do almoço não espera e hoje vai ser tarde, talvez almoço alancharado.
acabado a rotina no Fundo do Povo, entra-se na longa avenida que erradia de verde
na passagem junto do Guardião Leonino ficamos até ao próximo capitulo
...Continua... ( para passar ao capitulo seguinte clique aqui)
At Ento/ViverParambos
continuamos com a Caminhada da Cruz da Páscoa pelas ruas de Parambos que levam a cada casa e que vamos divulgando em capítulos para melhor se apreciar esta manhã de sol e alegria que é apanágio dos dias de Ressurreição na Aldeia Leonina de Parambos. (Para ver o capitulo 1 clique aqui)
depois da pose junto ao Leão do Chôpo, o grupo da Cruz continua o seu percurso de subir a todas as salas onde os residentes recebem a visita
os que já receberam a visita aproveitam para gozar o sol que aquece esta manhã alta de Domingo de Páscoa
entre o subir e descer as escada. há sempre tempo para um abraço de bom dia
e a celebração da Cruz acontece também ai fundo das escadas pois a intenção é que conta
a descontração dos que esperam para ver qual a direção que o corteja vai tomar, dá até para ler as ultimas no jornal
e a Cruz e o que representa sente que em cada casa é bem recebida e o ar de festa é sentido e festeja a amizade que cada um troca nas visitas que se vão fazendo a cada casa e que deve no final ser em número ímpar
e descendo se vai a caminho da próxima casa que aguarda a chegada
... continua... (para passar ao capitulo 3 clique aqui)
At Ento/ViverParambos
...