13 dezembro 2010

Natal 2010, a preparação da fogueira (1)

 A FOGUEIRA DE NATAL

Os Homens e as Máquinas já se mexem pois o Natal está à porta e as tradições, esperam que as coisas estejam no lugar para que, se cumpram
 para a felicidade de todos, pois só honrando as tradições (boas) nos sentimos plenamente em comunhão com todos os que antes de nós fizeram.
 Nós sabemos que o que move estes Homens é esse espírito que sempre põem nas coisas que fazem com garra e galhardia, e assim onde não vai a máquina vai o Homem, com luvas


 ou com mãos nuas, a canhota vai pró sitio

 e com calma lá se vai fazendo o melhor plano para as coisas aconteceram

 Os mais novos começam a participar e este é o melhor sinal de que Amanhã também eles continuarão a tradição que hoje honramos
 "de tanta conversa até já está a garganta seca! Então venha de lá esse Gole, que amacia o tempo e aquece a alma numa tarde de Domingo, terão pensado.
Mas a máquina e a destreza do Homem é indispensável para que a pira se faça em grande estilo, pois o Natal merece um bom luzeiro.
Este ano tiveram sorte no que toca ao tempo, não choveu como no ano passado que além das canhotas houve chuva e lama para todos.
Continua.
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BOM NATAL
At Ento

8 comentários:

Carlos Batista disse...

Afinal não vejo os críticos nesta tradição, será que não sabiam? não me parece, ou será que eles vão fazer uma outra fogueira, gostava de ver, fica aqui o desafio já que não se dão com os que foram à lenha para esta façam eles uma e eu prometo que me vou lá aquecer. Onde será? que tal na Venda Nova?

Sempre atenta disse...

Já que aceitaram este comentário, vão aceitar a respostas!

E a resposta é: nem todos estavam presentes na aldeia neste dia, porque não é um dia antes do acontecimento que se avisam as pessoas, oh gente por favor ;)

at ento disse...

Olá Carlos Batista.
Bravo!
Sempre onde é preciso, e ficas muito bem nessa atitude de, com muito empenho levar a máquina onde o grupo tem mais dificuldade em chegar, assim a fogueira ficará maior, como de costume.
Vivam as boas tradições.
Que nunca te Falte a energia.

Saudações com nossa verde amizade.
At Ento

at ento disse...

Olá
Viva o Natal.
Vivam o Natal com espírito e os parabéns a quem faz, a fogueira, pois todos podemos fruir dela como sempre e tradicionalmente acontece.

De resto, desde o principio do mundo há sempre alguém que diz: Hoje não é o dia; Amanhã não posso; Depois de Amanhã não dá jeito; porque não Noutro Dia; e por aí adiante,chega-se o dia e: Ninguém faz Nada isto é Assim isto é Assado... etc, etc. Se vamos dar destaques a estes "diz que diz", não vemos os Outros que vão fazendo e, mais uma vez Parabéns, as Coisas Públicas (que é para todos) fazem-se, com espírito colectivo de gostar de fazer, com quem está de boa vontade. tão simples, não é.

Que o espírito de Natal ilumine a palavra e os actos para que Parambos seja luz.

Saudações com a nossa amizade.

At Ento

Manuel Batista disse...

Ola a todos gostei muito de ver essa armonia para faser a fugueira de natal é bom de ver que nao se perde as tradiçoes, um abraço com os votos de um feliz natal cheio de muitas prendas

Nuno Seixas disse...

A tradição já não é o que era. Costumava-se ir buscar as canhotas no dia 24, não sei porque é que este ano teve que ser diferente. Alguém me sabe dizer??

Comprimentos Nuno Seixas

Carlos Batista disse...

Ola Nuno, este ano foi dia 12 porque era o único dia que eu tinha disponível para ir com o tractor.
Todos os anos no dia 24 dá sempre para muito tarde, tu sabes disso (quando já as outras pessoas estão prontas para a Ceia de Natal) ainda eu ando lá a ajeitar as canhotas e, quando vou para comer já está sempre a tia Cândida e os meus filhos à espera e ainda eu sem tomar banho.
Foi essa a razão pela qual foi neste dia porque eu também tenho família e quero estar com eles.

Anónimo disse...

Fogueiras eram antigamente quando eram feitas no Largo do Chopo. As canhotas eram roubadas durante a noite e transportadas no carro de bois puchado pelos rapazes. Era uma noite de festa a fogueira na noite de consoada. Em sua volta juntavam-se em parte toda a população da aldeia. Havia o espirito de união e amizade. Hoje não é assim. Gente à sua volta pouca e amizade não há é cada um para si não havia gupos de pessoas como há agora. Assim se perdem as tradições na nossa terra. Bons tempos de que eu tenho saudades