26 maio 2012

Em Maio comem-se as Cerejas ao borralho



 este ano parece dar razão ao rifão e o frio intercala com algum calor e assim as cerejas, cá para as nossas bandas, vão-se mostrando por entre a folhagem, como promessa de um mimo do mês de Maio, que se prolonga por todo o mês de Junho.



Fica a imagem para abrir o apetite e agendar os planos de viagem para os tempos próximos que elas estão a ficar apeteciveis, embora não haja muitas, diz o nosso povo, mas como o tempo é de crise, ( teimam em nos dizer quando os Limas, Loureiros e companhia parecem nadar em dinheiro ) não convém comer muitas.
esta é de graça. Isto é, se o Gaspar não resolver taxá-la.

 At Ento

5 comentários:

AFRICA EM POESIA disse...

Vim deixar um beijo e bom fim de semana.

viver Parambos disse...

Olá Africa Em Poesia.
Aceitamos com muito agrado este miminho e ficamos verdes de contentes pela posia que irradia da sua visita, neste vermelho Maio.
Saudações com a nossa amizade Sempre.
At Ento

Resiliente disse...

Boa tarde
Este fim de semana "matei" as saudades da minha aldeia e das pessoas que tenho no coração e como se imagina a mala do carro é sempre pequena na hora do regresso,mas hoje não faltou espaço para as deliciosa cerejas .

Se me permite gostaria de partilhar um poema que me lembra a minha adolescência, quando fazia parte do grupo de Mulheres de Parambos que faziam a apanha das cerejas no pomar do sr Castro, na Venda Nova.

"Abraçando a madrugada
colho as cerejas
no sorriso da árvore;
à noite conto estrelas
que me prometem um pedaço de céu.

Como uma rainha
coroada de estrelas
e brincos de cereja feita princesa
de novo sou uma menina
reinventando sonhos à janela.
in "Cerejas aos Molhos" de Bernardete Costa

Saudações com as cores e sabores de Maio.

viver Parambos disse...

Olá Resiliente.
Muito belo este poema e muita bela a recordação que nos deixa, das mulheres de Parambos, de momentos passados num cenário que não nos deixa indiferentes, a nossa terra. Porque gostamos, não resistimos e fazemos uma surpresa, já a seguir.
Saudações com a nossa verde amizade.
At Ento

Resiliente disse...

Olá Viver Parambos.
Aprazível surpresa, que encurta a distancia e faz-me sentir que continuo a pertencer à terra que me viu crescer e onde estão os meus pais.
Atenciosamente.