04 janeiro 2008

Parambos entrou em 2008 com uma nova Fogueira

Parambos festejou a entrada do novo ano com uma nova monumental Fogueira elaborada a preceito,


Os votos de BOM ANO estavam expressos para todos, bem no cimo da alta pirâmide que mais tarde seria consumida para saudar o Novo Ano que se deseja Bom para todos.


O humor também não faltou, pegando na célebre frase" chapéus Há muitos" e inspirados no enormíssimo nabo que pesava mais de quatro quilos e que era atracção na "Pipa Velha" fizeram o elogio do dito
depois de uma pequena chama do fósforo passada à pinha começou a saudação do Novo Ano

A fogueira ardeu e bem alto levou a mensagem de calor e prosperidade que se pretende e se deseja para todos.


E enquanto houver juventude e espírito jovem nas pessoas, haverá sempre estes momentos de comunhão e partilha da caminhada que se faz mantendo vivos e praticando os usos e costumes


Créditos das fotos: Linito e Rui Maglhães



At Ento

6 comentários:

Anónimo disse...

Essa do nabo está bem pensada.É que por ai há alguns...

msg disse...

Essa dos Nabos está fantástica, eu a dedicaria a todos os anonimos que ewscrevem na net!!!eh!eh!...

Um fantastico dois mil e oito para todos.

Marco Miranda disse...

só é pena eu não ter lá estado... enfim, mas está muito bonita a fogueira.

Anónimo disse...

e verdade que a muitos nabos em parambos mas os piores som os jogador de sporting que mamaram 2 golos bem lovados

sangue azurl es melhor EH!!!!!!!!!!

monge disse...

Olá meu amigo

Vejo que estiveste Atento às fogueiras da tua terra ... por acaso é uma das tradições que a minha aldeia conseguiu recuperar. Este ano já só lá apanhei uns tições mas o ano passado, foi onde passei a minha noite de Natal, acompanhado por muita gente, umas guitarradas e uns garrafões a rolar. Lembro-me agora, a propósito, que um dos vinhos ardia quando atirado ao lume, tal era a graduação. Ainda pensei que teria bagaço misturado mas o sabor não o acusava e outros compinchas atestavam o seu elevado grau. Se tinha ou não, não sei ...lá que ardia, ardia e também se bebia.

Abraço caloroso

monge

Anónimo disse...

É verdade os nabo aqui são os anónomos e os que se identificam em códigos e iniciais